Maio Mês do Coração

Coração

Fundação Portuguesa de Cardiologia dedica edição de 2010, em parceria com a APN, à alimentação mediterrânica.

A Fundação Portuguesa de Cardiologia assinala, em Maio, o Mês do Coração. A edição deste ano é dedicada, em parceria com a Associação Portuguesa de Nutricionistas (APN), à alimentação mediterrânica.

O objectivo consiste em sensibilizar a população portuguesa para a adopção de estilos de vida saudáveis, começando pelos comportamentos alimentares e pelo consumo de frutas e legumes.

A sessão solene decorre no dia 4 de Maio, no Palácio Foz, em Lisboa.

O programa contempla ainda as X Jornadas Científicas "Cultivar a Saúde de Amanhã", nos dias 6 e 7 de Maio, em Coimbra, na Quinta das Lágrimas.

Nos dias 20 a 22 de Maio, decorre o 6.º Desafio do Coração, Estádio Universitário de Lisboa.  

A fechar o mês, está a 12.ª Regata do Coração Feliz, no Estuário do Tejo, Lisboa.

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional também se associa à Fundação na divulgação da campanha "Crianças Saudáveis serão Adultos Saudáveis" na 28.ª Jornada de Futebol.  

Nos jogos da 1.ª Liga SL Benfica – Olhanense, Vitória de Setúbal – FC Porto e União de Leiria -Sporting, os jogadores irão erguer uma faixa com a mensagem "Crianças Saudáveis serão Adultos Saudáveis" e vestir t-shirts com a mesma mensagem durante o momento de flash interviews.

As doenças cardiovasculares representam a principal causa de morte no nosso país e são também uma importante causa de incapacidade. Devem-se essencialmente à acumulação de gorduras na parede dos vasos sanguíneos (aterosclerose). As suas consequências mais importantes – o enfarte do miocárdio, o acidente vascular cerebral e a morte – são frequentemente súbitas e inesperadas.

A maior parte das doenças cardiovasculares resulta de um estilo de vida inapropriado e de factores de risco modificáveis. O controlo dos factores de risco é uma arma potente para a redução das complicações fatais e não fatais das doenças cardiovasculares.

Os hábitos de vida adoptados por grande parte da população, como o sedentarismo, a falta de actividade física diária, uma alimentação desequilibrada ou o tabagismo, constituem hoje factores de risco a evitar.

Para saber mais, consulte:

Data de publicação 30.04.2010
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